Projeto cultural promove encerramento com apresentações e vivências interativas
No último sábado, 25 de abril, foi realizada a culminância do projeto “Incubadora de Animadores Culturais por uma Cultura de Cidadania Ativa”, marcando o encerramento de um ciclo formativo construído ao longo do último ano. O evento aconteceu na sede da Fundação Terra e reuniu participantes, educadores e convidados em um momento especial de celebração das aprendizagens e vivências desenvolvidas durante o curso.
A programação teve início com uma apresentação cultural protagonizada por crianças e adolescentes que fazem parte dos projetos culturais da instituição. O público foi envolvido pelas expressões da cultura popular, com destaque para o Boi Brilhoso, Maracatu Sinhá da Terra e o Grupo de Afoxé, que trouxeram ritmo e alegria para o momento de abertura.
Em seguida, os participantes deram início a um circuito de vivências interativas, onde foram apresentados, na prática, os conhecimentos construídos ao longo da formação. Cada espaço trouxe experiências ligadas às linguagens trabalhadas durante o projeto, evidenciando metodologias e ações desenvolvidas pelos cursistas em seus territórios.
O encerramento contou com mais um momento cultural, com a participação do Coco Fulô do Barro, grupo da comunidade onde a Fundação Terra está inserida, que também reúne jovens integrantes dos projetos culturais da instituição.
Desenvolvido com o apoio do Ministério da Cultura e a consultoria de Movimento de Animação Cultural (MAC), por meio do termo de fomento nº 935164/2022, o projeto teve como foco a qualificação de educadores sociais, agentes culturais e lideranças comunitárias em animação cultural.
Ao longo da execução, foi oferecida uma formação gratuita e certificada, com suporte e alimentação para os participantes. O percurso formativo integrou cultura, educação popular e políticas públicas, promovendo a valorização dos saberes locais e o fortalecimento da cultura viva nas comunidades.
Durante os encontros, diversas linguagens e metodologias foram trabalhadas, como danças populares, Teatro do Oprimido, pedagogia da brincadeira, biblioterapia, produção cultural, comunicação não violenta, produção audiovisual e mídias digitais, ampliando as possibilidades de atuação dos participantes e incentivando o protagonismo social em seus territórios.